cupido flechado
Uma das figuras mais lembradas na data comercial de ontem, o cupido, também atende ao nome de EROS, deus do amor que experimentou os efeitos de suas flechas ao se apaixonar por PSIQUÉ, deusa da alma.
Os dois viveram uma saga com direito aos sabores e aos dissabores que as relações de amor ainda hoje oferecem àqueles que se arriscam a vivê-las sem empacotá-las nos padrões de perfeição de supermercado.
O 'happy-end' dos dois ganha asas. Pode bem ser uma referência à liberdade que se alcança quando se desfazem nós e criam-se laços entre duas pessoas.
Acompanhe o trecho:
Mais tarde, o própio Eros foi salvá-la. Ambos foram para o Olimpo, onde Psiquê se tornou a deusa da Alma. Desta união nasceu a Volúpia.
Seu nome em grego (Psiquê) pode ser traduzido como alma mas também como borboleta.
Curiosamente, algumas vezes foi representada como uma bela mulher com enormes asas de borboleta ao lado de Eros com suas enormes asas de pássaro.




Rola na rede historinha em que a Loucura cega o Amor – se não me engano numa brincadeira de criança – e se torna responsável perante os deuses por conduzir o Amor pelo resto da vida.
Moral da história: Se os deuses delegaram responsabilidade à Loucura, loucos são eles.