2006 Outubro 11
Brindando um presente especial com as palavras de Cecília Meirelles:
No mistério do sem-fim
equilibra-se um planeta.
E, no planeta, um jardim,
e, no jardim, um canteiro;
no canteiro uma violeta,
e, sobre ela, o dia inteiro,
entre o planeta e o sem-fim,
a asa de uma borboleta



gosto muito desse poema. Tínhamos pensado nela pro sarau todas as fomes… mas viajei e não pude participar. Saudades de vc!