Se Caetano ganha um destes de presente, gama…e mama! rs


Adriana Partimpim
Composição: Kassin e Adriana Calcanhotto
********
Quando Nara ri de manhã
Já é noite no Japão
E ela ri, sorri de manhã
Bem na hora de dormir
Quando Nara ri de manhã
Já é noite no Japão
E ela ri, sorri de manhã
Bem na hora de dormir
Quando no Japão já é chegada a hora de estar na cama
É que Nara de tanto que ri desperta Copacabana
Quando Nara dá gargalhada
No Japão já é madrugada
A cidade atrapalhada
E Nara não para de rir
Nara ri, de manhã
Quando é noite no Japão
Ela ri, sorri de manhã
Bem na hora de dormir
Quando no Japão já é chegada a hora de estar na cama
É que Nara de tanto que ri desperta Copacabana
Quando Nara dá gargalhada
No Japão já é madrugada
A cidade atrapalhada
E Nara não para de rir

Sítio delicioso para os amantes da literatura infantil, o “Livros para uma cuca bacana“, anexo do sítio da Revista CRESCER apresenta as novidades, consagra os já tão amados books e conversa com os responsáveis pela existência deste universo colorido, feliz e intrigante que é a literatura da primeira infância. Vale muitas visitas sempre!
Enquanto algumas mães confiam nas vacinas, outras são contra a imunização de seus filhos. Como essa decisão pode interferir na vida das crianças?
Em 1973, o Ministério da Saúde brasileiro colocou em prática o Programa Nacional de Imunizações, que distribui gratuitamente vacinas para crianças e adolescentes. Hoje, as campanhas atingem a grande maioria da população e são responsáveis pela redução do número de casos de doenças como a paralisia infantil e a coqueluche.
Apesar dos benefícios promulgados pelo governo e do apoio quase que completo dos médicos, existem mães que decidem não seguir nesta direção e optam por não imunizar seus filhos. “Meu filho não tomou todas as vacinas porque não gosto da idéia de vacinar por obrigatoriedade e em massa”, diz Aurea Gil, mãe de Samuel. “Acho que cada criança tem uma realidade de vida e a necessidade ou não de cada vacina precisa ser avaliada individualmente”, completa Aurea, que escreve no blog Mamíferas.
Kalu Gonçalves, que também escreve no blog, compara o princípio das vacinas ao dos agrotóxicos. “Na agricultura tradicional, você joga fertilizante para que a planta cresça mais e fique isenta de ataques. Na agricultura ecológica, você deve fortalecer a planta para que ela esteja em harmonia com o meio”. Kalu explica que vacinou Miguel, seu filho de 2 anos, porque não tinha as informações necessárias na época. “Dentro desta mentalidade de que a doença é o desequilíbrio de um indivíduo, sou a favor da não-vacinação e, se tiver um próximo filho, não o vacinarei”.
De acordo com o infectologista Marco Aurélio Palazzi Sáfadi, do Hospital São Luiz (SP), as mães devem estar cientes dos riscos que seus filhos não-vacinados correm. “Elas acreditam que é importante que eles desenvolvam as infecções, mas mesmo as doenças que são na maioria das vezes benignas, como a catapora, podem tomar versões mais graves”, diz. O médico ainda lembra que existem vacinas fora do calendário oficial que podem prevenir enfermidades mais perigosas, como a meningite. “A única maneira de proteger realmente é essa, já que é impossível impedir que a criança entre em contato com as doenças”, completa.
Vacinação traz riscos? Outro argumento da corrente que não aposta na vacinação está nos possíveis efeitos colaterais. Como as vacinas são produzidas a partir dos agentes causadores das doenças, muitas mães temem que a imunização possa comprometer a saúde dos seus filhos. A tradutora Renata Penna tem dois filhos e não desconsidera os perigos da vacinação. “Depois de muito se informar, você pode concluir que o benefício supera o risco. É a sua opção. Mas daí a dizer que vacinas são a oitava maravilha do mundo e que quanto mais, melhor, é outra história”, diz Renata, que está grávida e é a terceira autora do Mamíferas.
“Não existe produto sem isenção de risco”, explica o infectologista Marco Aurélio Palazzi Sáfadi, que dá como exemplo a vacina contra poliomelite, conhecida popularmente como paralisia infantil. “Um em cada dois milhões de imunizados podem ter sequelas e desenvolver a paralisia. Apesar disso, a vacinação protege milhões de crianças todos os anos.”
Imunidade indireta
A educadora Eliane Chagas da Silva decidiu seguir o calendário de vacinação do Ministério da Saúde pensando não só no seu filho, que tem 1 ano e meio. “Converso com nosso pediatra sobre o assunto e sei que, ao vacinar o Caetano, estou protegendo o coletivo e não necessariamente meu filho”, explica. A mãe, no entanto, considera algumas vacinas desnecessárias. “Catapora e sarampo, por exemplo, são doenças infantis benignas que fortalecem o sistema imunológico e quero que meu filho passe por elas como passei”, diz.
O infectologista Marco Aurélio Palazzi Sáfadi ressalta que a alta cobertura da campanha de vacinação beneficia mesmo as crianças que não são imunizadas. “Como a grande maioria da população acaba optando pela vacina, cria-se uma imunidade indireta. Assim, mesmo quem não foi vacinado também está protegido”, explica.
Direito à informação
As mães que deixaram de imunizar os filhos destacam um fator essencial nessa decisão: o acesso à informação. “Eu acredito na escolha consciente de cada família. Seja qual for a escolha, que seja feita com informação e consciência dos riscos e benefícios”, afirma Aurea Gil, do blog Mamíferas. Eliane, mãe de Caetano, concorda. “Defendo que as informações sobre vacinação sejam compartilhadas e abertas, mas a decisão cabe a cada um, assim como a responsabilidade pela mesma”, diz. Ela, que seguiu o calendário de imunizações oficial, diz que não deixaria seu filho tomar a vacina contra o rotavírus hoje em dia. “Ele sofreu muito e desnecessariamente, mas na época eu não tinha argumentação suficiente.”

Os carregadores de bebês voltaram à moda. Descubra a importância do colo e a origem do sling
por Deborah Trevizan, mãe da Isadora e do Pietro
Nascer deve ser um tremendo susto. Dentro do útero, aconchegado e embalado 24 horas por dia, o bebê não precisa fazer nada para conseguir o que quer: comer, dormir… Está tudo lá. Do lado de fora, começa uma verdadeira batalha. Daí, só chorando mesmo.
Qual a mãe que nunca ouviu, em forma de conselho, que seu filho está ficando muito no colo, que vai ficar mal acostumado e manhoso? Às vezes, até os próprios médicos aconselham a não atender nossas crias assim tão prontamente, tirando do berço ao primeiro sinal de desconforto, com o perigo de torná-los dependentes demais.
No livro o Bebê mais Feliz do Pedaço, o pediatra norte americano Dr. Harvey Karp conta a história de uma tribo no deserto de Kalahari, na África. Na tribo Kung, as mães carregam seus filhos por quase 24 horas, diariamente. Isto mesmo: andam, trabalham, comem, dormem sempre com os filhos grudadinhos, amarrados ao corpo por meio de uma tira de couro. Cientistas passaram algum tempo observando os hábitos da tribo e em relação aos bebês fizeram uma interessante observação: eles nunca choram ou, pelo menos, não choram desesperadamente como muitos bebês. Será que é uma coincidência ou eles são mais calmos por continuarem a ter seus desejos e necessidades satisfeitos imediatamente após o nascimento?
Mães asiáticas, africanas e da América do Sul sempre privilegiaram o contato com o bebê e carregam suas crias para cima e para baixo em cangurus e carregadores (vale até lenços amarrados). Estas mães serviram de modelo para que diversos tipos de carregadores de bebês surgissem. A idéia se espalhou pela Europa, EUA e chegou ao Brasil: cada vez mais mulheres usam slings, wraps, fast wraps, mei tais e cangurus. Há até um termo usado nos EUA para estes carregadores: babywearing, criado pela família do Dr. Sears, renomado médico que comprou a idéia do carregador de bebês moderno, com a incorporação de um par de argolas no lugar do tradicional nó. Segundo o conceito do Dr. Sears, o sling é o instrumento, mas o objetivo principal é o colo.
Este costume chegou ao Brasil por meio de mulheres que tiveram contato com carregadores estrangeiros e o sling tem sido o preferido entre as brasileiras. Nosso toque foi dado com estampas, cores e tecidos leves. A pioneira na fabricação brasileira foi Analy Uriarte, mãe de Teodoro, Bruna e Frederico, desde 2003. Em 2007, Analy abriu a Sampasling com mais duas sócias. Ela conta que começou a fabricá-los para promover o babywearing, quando seu primeiro filho nasceu, há oito anos.
Naquela época, as pessoas estranhavam ao ver o menino pendurado junto ao corpo da mãe. Três anos depois, quando a segunda filha nasceu, as coisas foram diferentes. “Existe uma desconfiança inicial, mas depois passa. O bebê quer colo mesmo e a mãe precisa usar os braços. Acho que o sling ficou adormecido, mas não esquecido”, afirma Analy, lembrando que hoje já virou moda entre famosas. Atualmente, Analy está radicada no Paraguai e promove um trabalho social para divulgar o babywearing.
Movimento mundial
A onda virou um movimento mundial: no ano passado, aconteceu a primeira Semana Mundial do Babywearing. Mães de todo o mundo se reuniram com seus bebês a tiracolo. Em São Paulo, um grupo de mulheres também se organizou em um evento no Parque da Água Branca, zona oeste da cidade, com o nome de “Me amarro num colo”.
A educadora Elly Chagas, mãe de Caetano, foi umas das organizadoras e esteve à frente do evento em São Paulo. “Procuramos destacar uma postura mais humanizada na relação entre mãe e bebê”. Ela conta que o evento teve a pretensão de ser apenas simbólico, mas se mostrou bem efetivo. Mães que não conheciam o babywearing apareceram e as mulheres presentes conversaram sobre a relação mãe-bebê e a importância do colo. “Quem participou saiu diferente”, afirma.
A teoria de que os bebês ficam mimados ou dependentes do colo é rebatida no livro O Bebê mais Feliz do Pedaço. Segundo o autor, mesmo se um bebê ficasse no colo por 12 horas ao dia, não poderia ser considerado um excesso, pois já seria uma redução de 50% do que ele desfrutava no útero, 24 horas.
O carrinho é um lugar confortável e prático para mães e bebês, mas nem sempre é a melhor opção. Uma pesquisa feita pela Universidade de Dundee, na Escócia, analisou mais de 2.700 grupos de pais e filhos: os pais que empurravam seus filhos no carrinho em posição de costas conversavam menos com a criança, que geralmente ficava estressada. Por outro lado, bebês e crianças levadas de frente para quem as conduziam ficaram mais propensas a falar, rir e interagir. Ou seja, a atenção não faz mal e o colo é a forma mais natural de dar conforto e amor ao bebê, do mesmo jeitinho que era dentro do útero.
Para o pediatra Carlos Eduardo Corrêa, filho de Victor e Sylma, não existe mimo em relação à criança com menos de um ano. “Carente fica quem não tem”, diz ele. “É incoerente pensar que o certo é afastar o bebê da mãe, como acontecia desde o nascimento nos hospitais. Hoje, a maioria das instituições já adota o alojamento conjunto”, explica. Segundo o médico, seguimos uma tendência européia de evitar o contato físico. Ele ainda explica que estas regras impostas pela puericultura, divisão da medicina que trata de bebês, é algo que vem em um “pacote” de regras, aprendido pelos médicos em sua formação. Colocar hora e tempo para mamar, por exemplo, sugere uma rotina que não há razão para ser seguida por todos, pois cada família tem seu ritmo.
A psicóloga e psicopedagoga Eliana de Barros Santos, mãe da Mariana, da Rebeca e Laerte, concorda que dar colo é se entregar. “A mãe que não está disponível não exerce a maternidade em sua plenitude”, afirma. Foi esta entrega à maternidade que motivou a professora de dança Tatiana Tardioli, mãe de Nina, a carregar sua filha para o trabalho, auxiliando outras mães neste período. Ela dá aulas de dança para mães e bebês na Casa Materna, em São Paulo, utilizando carregadores. “Eu dancei e dei aulas de dança durante toda a gravidez da minha filha. A doula que acompanhou meu parto sugeriu que eu lecionasse para mães e bebês ao mesmo tempo, mostrou como funciona este tipo de aula fora do Brasil. Aí criei a proposta do curso, somando minha experiência, conhecimentos sobre o corpo e cuidados com o bebê.”
Afinal, qual é o problema em relação ao excesso de colo? “O colo deixa de ser saudável quando impede o desenvolvimento físico”, diz Eliana. Em outras palavras, só não vale sufocar a criança e impedir seus movimentos. A pediatra Elga Castanheira, mãe do Rodrigo, do Ricardo, da Renata e do Rafael, afirma que qualquer excesso não é bom. “Houve uma época em que o colo e outras atitudes de cuidado com os bebês foram consideradas cuidados extremos e desnecessários. Isto felizmente já mudou e atualmente sabe-se que o carinho é fundamental para o desenvolvimento da criança. A amamentação não é feita no colo?”, completa.
Outra prova de que colo faz bem é o método conhecido com Mãe Canguru, muito utilizado com bebês prematuros. O Método Mãe Canguru foi inicialmente desenvolvido em maternidades da Guatemala onde a falta de incubadoras fez com que pusessem os bebês dentro das roupas das mães para mantê-los aquecidos. Desde então tem demonstrado beneficiar muito recém-nascidos permitindo que eles regulem melhor seu ritmo cardíaco e sua respiração, melhorem o sono, cresçam mais depressa e com menos choro e recebam alta antes dos prematuros que não usaram o método.
Tipos de carregadores
Sling: “Slingar” um bebê é transportá-lo junto ao corpo, sustentado por meio de uma faixa. Há slings que funcionam como uma “rede”, inteiros, onde os bebês se acomodam. Outros têm argolas e podem ser ajustados.
Wrap: É um pano que tem de 4 a 6 metros de comprimento e é amarrado dependendo da forma em que o bebê é colocado. Ele pode ser carregado na frente ou de costas, com uma boa distribuição de peso.
Fast Wrap: Uma variação do wrap. Prático para passeios ou uso domiciliar. Não tem fivelas, zíperes, nenhum ajuste e vem em 5 tamanhos. Dá para carregar o bebê em várias posições: na frente, nas costas ou de lado, dependendo da idade e do desenvolvimento. Quando a criança dorme, é só puxar o tecido para apoiar a cabeça.
Canguru: é o mais tradicional. É como se fosse uma cadeirinha com fivelas reguláveis. Pode ser usado na frente ou nas costas de quem o leva. A posição do bebê também pode variar entre virado para quem o carrega ou de costas.
Mei Tai: Com origem na Ásia, seu formato pode ser quadrado ou retangular e tem alças em cada canto, que são amarradas na cintura e passam pelos ombros e costas. A professora de inglês Heather Allan da Silva, mãe de Emily, Anna Elisa, Luca, Logan e grávida do Leo, usa muito o Mei Tai. “A vantagem é poder colocar bebês maiores com apoio nos dois ombros, mas mantendo as pernas em uma posição que não sobrecarrega a coluna da mãe.”
http://revistapaisefilhos.terra.com.br/

Desde que conheci a ioga, em 2006, tive vontade de descobrir possibilidades de aplicão da mesma para a primeira infância, mais especificamente no cotidiano escolar de crianças entre 0 e 4 anos. Encontrei pouco material a respeito, mas o interesse permanece, para quem sabe um dia utilizar a prática sistematicamente em meu trabalho com a educação infantil. Mas registro este desejo aqui agora pois recebi este link.
Imaginem só uma escola que pauta sua filosofia na ‘Arte de Viver’ difundida por Paramahansa Yogananda, onde as crianças meditam, praticam yoga, cuidam de plantas e cozinham alimentos saudáveis diariamente. Parece de sonho, né?
Espero um dia poder visitá-los.

Havia, na revista ‘Pais e Filhos’, registros do pediatra e teatrólogo Pedro Bloch, sobre coisas engraçadas que as crianças diziam:
Uma menina estava conversando com a sua professora. A professora disse que era fisicamente impossível que uma baleia engula um ser humano porque apesar de ser um mamífero muito grande, a sua garganta é muito pequena.
A menina afirmou que Jonas foi engolido por uma baleia. Irritada, a professora repetiu que uma baleia não poderia engolir nenhum ser humano; era fisicamente impossível.
A menina, então disse:
- ‘Quando eu morrer e for ao céu, vou perguntar a Jonas’.A professora lhe perguntou:
- ‘E o que vai acontecer se Jonas tiver ido ao inferno?’A menina respondeu:
- ‘Aí a senhora pergunta.’
::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Uma professora de creche observava as crianças de sua turma desenhando. Ocasionalmente passeava pela sala para ver os trabalhos de cada criança. Ao chegar perto de uma menina que trabalhava intensamente,
perguntou o que desenhava.A menina respondeu:
-’Estou desenhando Deus.’A professora parou e disse:
-’Mas ninguém sabe como é Deus.’Sem piscar e sem levantar os olhos de seu desenho, a menina respondeu:
- ‘Saberão dentro de um minuto’.
::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Uma honesta menina de sete anos admitiu calmamente a seus pais que Luis Miguel havia lhe dado um beijo depois da aula.
- ‘E como aconteceu isso?’ Perguntou a mãe assustada.
- ‘Não foi fácil’, admitiu a pequena senhorita, ‘ mas três meninas me ajudaram a segurá-lo’.
::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Um dia, uma menina estava sentada observando sua mãe lavar os pratos na cozinha. De repente, percebeu que sua mãe tinha vários cabelos brancos que sobressaíam entre a sua cabeleira escura. Olhou para sua mãe e lhe perguntou:
- ‘Porque você tem tantos cabelos brancos, mamãe?’A mãe respondeu:
- ‘Bom, cada vez que você faz algo de ruim e me faz chorar ou me faz triste, um de meus cabelos fica branco.’A menina pensou por uns instantes e logo disse:
- ‘Mãe, porque TODOS os cabelos de minha avó estão brancos?’
::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Um menino de três anos foi com seu pai ver uma ninhada de gatinhos que haviam acabado de nascer. De volta a casa, contou, com excitação, para sua mãe que havia gatinhos e gatinhas.
- ‘Como você soube disso?’ perguntou a mãe.
- ‘Papai os levantou e olhou por baixo’, respondeu o menino.
‘Acho que ali estava a etiqueta’.
::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Todas as crianças haviam saído na fotografia e a professora estava tentando persuadí-los a comprar uma cópia da foto do grupo.
- ‘Imaginem que bonito será quando vocês forem grandes e todos disserem: ali está Catarina, é advogada, ou também ‘Este é o Miguel. Agora é médico’.
Ouviu-se uma vozinha vinda do fundo da sala:
- ‘E ali está a professora. Já morreu.’

Depois de umas crises estranhas, nosso médico homeopata, o Dr. Marcos, pediu que eu intensificasse o uso do Phosphorus, indicando inclusive uma nova formulação, mais poderosa (?) em relação ao primeiro que iniciei. Fiquei curiosa e pesquisei. encontrei isso aqui:
O medicamento homeopático Phosphorus cobre muitos sintomas na pesquisa Homeopática, sendo indicado, por exemplo, a seres hipersensíveis, com sensibilidade à luz, que apresentam defesa antecipada frente a um ataque (VOISIN, 1987; MORENO, 1999c).
Entendi!!!
A publicidade definitivamente, para mim, é um bom exemplo de encontro entre o bem e o mal. Sobre o mal, acho que nem cabe começar a desfiar meu montante de reclamações sobre o mundo publicitário agora.
Sobre o bem? Ah! tem tantas ações publicitárias que eu curto. Como essa em plena estação de metrô de Liverpool, há pouco mais de um mês.
Em plena 2a feira de manhã, estação de metrô de Liverpool, coisa rápida que tirou essas pessoas da sua correria habitual para dançar e se divertir. A energia que chegou ao local de trabalho de cada um com certeza foi outra.
Setenta bailarinos misturados com passageiros que acabaram interagindo na dança. O “show” foi planejado e ensaiado durante 8 semanas, sem o conhecimento do público.
A ação faz parte da campanha “life’s for sharing” (a vida é para ser compartilhada) da empresa de telefonia celular T-mobile. Um show de publicidade!
ENCONTRO: PAZ, EDUCAÇÃO E VOCÊ
05/02 – 19h na FNAC Pinheiros
com apresentação do monólogo “Gandhi – um líder servidor” com ator João Signorelli em apoio aos “Educadores sem Fronteiras”
*Confirmar presença no 11 25487077
::::::::::::::::::::
Quero muito participar, mas ainda que não dê para mim, que amanhã (quer dizer, hoje) volto a trabalhar na creche, fica a dica. As férias se foram, agora é, além de pensar, viver o dia-a-dia da educação.
Entre por essa porta agora
E diga que me adora
Você tem meia hora
P’ra mudar a minha vida
Vem vambora
Que o que você demora
É o que o tempo leva
Ainda tem o seu perfume pela casa
Ainda tem você na sala
Porque meu coração dispara
Quando tem o seu cheiro
Dentro de um livro
Dentro da noite veloz
Ainda tem o seu perfume pela casa
Ainda tem você na sala
Porque meu coração dispara
Quando tem o seu cheiro
Dentro de um livro
Na cinza das horas
Adriana Calcanhoto
Marcelo enviou um MSN, Mallu não respondeu. Marcelo achou ainda mais interessante a menina que ele conheceu em vídeos online no myspace e insistiu enviando um email com uma música que ele fez para ela. Um encontro especial, bonito que aconteceu aqui na internet.
O uso consciente da web como ferramenta dá amplidão ao que já tem potencial para acontecer. Ave Web!
Marcelo (o Camelo) conta mais sobre este bonito encontro com Mallu (a Magalhães) aqui. Abaixo, a tal música com um vídeozim para compartilhar a beleza deste encontro. A beleza possível do reino internet.
Janta (Marcelo Camelo)
Eu quis te conhecer mas tenho que aceitar
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
Pode ser cruel a eternidade
Eu ando em frente por sentir vontadeEu quis te convencer mas chega de insistir
Caberá ao nosso amor o que há de vir
Pode ser a eternidade má
Caminho em frente pra sentir saudadePaper clips and crayons in my bed
Everybody thinks that i’m sad
I’ll take a ride in melodies and bees and birds
Will hear my words
Will be both us and you and them togetherCause i can forget about myself, trying to be everybody else
I feel allright that we can go away
And please my day
I let you stay with me if you surrenderEu quis te conhecer mas tenho que aceitar
(I can forget about myself trying to be everybody else)
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
(I feel all right that we can go away)
Pode ser a eternidade má
(And please my Day)
Eu ando sempre pra sentir vontade.
(I’ll let you stay with me if you surrender)





