areias

Passei hoje (finalmente!) na casa da palavra e trouxe…

AREIAS

Israel Azevedo

sand.jpgO Sol que arde e eriça o Saara

realça longas colchas que desfiam

e rebrotam, no tear Tai Chi dos ventos

Soprando temporais sobre as sendas

que por mansidão e andaluza dança

religam os grãos: seus poros vitais

Como a ferida em pele se refaz

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2 comentários sobre “areias

  1. Tudo é fugaz
    entre o desenho do teu pé na areia
    e a onda que desfaz
    a marca

    Entre a guerra e a paz
    retorno fisicamente o poema a onda
    constante meditação primeira.
    Nós e as coisas.
    Nada permanece que não seja
    para a necessária mudança.

    Que o diga o mar.

    [ trecho do poema Mar Novo, do
    angolano Manoel Rui Monteiro ]

  2. Oi, Elly!

    Finalmente me debrucei em ler seu blog.

    É bonito como a sua pessoa.

    Eu adoro a vitrine da dana, posso assistir por horas.

    Eu tenho um espaço virtual para minhas coisas também, passa lá quando houver tempo.

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