o grande ser da minha vida

Marília Gabriela declara numa revista feminina algo que já havia declarado, mas ainda causa espanto (para algumas principalmente agora, nesta"era gianecchini):

gabi.jpg"eu continuo sendo o grande homem da minha vida e na minha solidão, que é onde tomo minhas maiores decisões, onde checo minhas emoções, percebo que carrego os homens e mulheres dentro de mim"

Não haveria espanto se houvesse a percepção de que ao natural somos todos e todas assim, seres interdependentes, construídos de vários outros seres, ora presentes, ora ausentes. E é nessa construção que somos seres autoespeciais.

Marilia Gabriela não é a mulher de fulanodetal, mas sim mulher (não dona) de si.

 

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Um comentário sobre “o grande ser da minha vida

  1. Oi Elly

    Embora exista em mim o desejo de cuidar de minha mulher, acredito que toda mulher deva ser dona de si.

    Não só devido àquele discurso feminista, mas realmente porque é absolutamente irracional e incoerente uma mulher querer viver às custas de um homem (o inverso também é tão incoerente quanto), depender tanto de alguém.

    Em contrapartida não acho que o caminho seja a total independência. Enfim, o caminho é o equilíbrio. Nem demasiada dependência e nem demasiada independência.

    Beijos

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