Dia Nacional da Homeopatia

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Quando Caetano nasceu, inicialmente levei-o a um pediatra alopata. Primeiras consultas tudo ia quase bem (exceto receita de remédios como luftalbaby e flagasbaby para um RN de poucos dias, além do pedido de exame de sangue desnecessário, uma judiaria com meu pequeno). Até o dia que o sacana do Pediatra, muito amigo da Nestlé, receitou NAN para o meu bebê, que tinha então quinze dias. Gota d’água para nunca mais aparecer lá e nem dar satisfações. Humpf! Foi quando optei conscientemente, assim como pelo parto natural, humanizado, pela HOMEOPATIA. Reconhecida como especialidade médica no país desde 1980, a homeopatia, que já tem hoje como um dia especial a ser comemorado se populariza cada vez mais.

Hoje ela é recomendada até por ALGUNS médicos alopatas – “Indico o tratamento homeopático em alguns casos, principalmente nos quadros crônicos. Quando os pacientes retornam, depois da primeira consulta com o homeopata, percebo como a criança melhorou. Os resultados são muito bons”, declara Sandra Micalli, pediatra alopata e alergista. A indicação aumenta nos casos de doenças crônicas, como bronquite, rinite e alergias de pele.

A procura por homeopatas aumentou, mas a preocupação de algumas mães sobre o medicamento persiste. Será que a homeopatia vai dar conta do recado? E se o tratamento não surtir efeito? Será que meu filho pode piorar?

No nosso caso a resposta é SIM. Há mais de um ano Caetano trata de seus desconfortos físicos apenas com fórmulas homeopáticas. E é uma criança que frequenta CRECHE desde os seis meses de idade.

Quem defende a homeopatia alista facilmente vários de seus benefícios. “Quando uma criança doente começa a tomar remédios homeopáticos, observo uma recuperação geral. Ela passa a comer melhor e fica mais bem-humorada”, ressalta Divaldo Dias Mançano, pediatra homeopata. E, a longo prazo, segundo Rezende, a qualidade de vida melhora. “Raramente fica doente e possui maior resistência. E torna-se um adulto menos propício a problemas respiratórios e com hábitos saudáveis.”

A primeira consulta dura ao menos uma hora. “Nós examinamos muito, porque é no exame físico que encontramos muitas características que não foram informadas pelo paciente”, justifica Rezende. Alguns médicos têm hierarquia para avaliar os sintomas. Primeiro os mentais (afeto, vontades), depois os gerais (apetite, transpiração, sono) e, por último, os locais (dores de cabeça, manchas no corpo, etc.). “Quando atendo um paciente novo, quero saber sobre seu jeito de ser e de estar, além dos seus hábitos alimentares, desejos, aversões, a maneira como se relaciona. Faço o diagnóstico da criança como um todo para poder escolher um medicamento específico para ela. Posso ter 20 pacientes com bronquite e eles tomarem 20 medicamentos diferentes”, explica Mançano.

O homeopata ouve os relatos da mãe, mas observa o comportamento da criança. Os detalhes mais sutis da vida dela podem fazer diferença no diagnóstico. “Tudo é importante para formar o perfil homeopático, um conjunto de sinais e sintomas que vai identificar o paciente”, diz Rezende. Depois de traçar o perfil, o pediatra prescreve o medicamento. Em geral, ele é produzido na forma de glóbulos, as conhecidas bolinhas de lactose (leite). Não há criança que o desaprove. Mas, antes de ser uma balinha, o glóbulo é um remédio. Portanto, mantenha-o fora do alcance delas.

Homeopata é contra vacinação? Especialistas mais radicais insistem na idéia, mas vão contra a recomendação da Associação Médica Homeopática Brasileira. Segundo a entidade, o calendário oficial de vacinação do Ministério da Saúde deve ser seguido.
Felizmente, é possível aproveitar os benefícios da homeopatia sem ter de abandonar o pediatra tradicional, as vacinas ou os medicamentos alopatas, quando necessários. Mais uma opção para você cuidar da saúde de seu filho.

Estamos com o segundo pediatra homeopata agora. Nenhum dos dois nos indicou não vacinar Caetano. Temos uma opinião pessoal, baseada em estudos e leituras sobre o tema. Ainda não vacinei com a vacina do calendário oficial relativa a 1 ano da criança, mas isso tem relação com outras escolhas. O homeopata me orienta dentro desta minha escolha, mas não é radicalmente contra a vacinação.

Existem muitos mitos que cercam a homeopatia. Hoje, para mim, ela é a melhor opção para a saúde do meu filho, concretamente. Porque amamento e porque acredito nesta alternativa também adotei a homeopatia para tratar minha saúde.

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4 comentários sobre “Dia Nacional da Homeopatia

  1. Uma questão com a vacinação é que ela, por mais que tenha uma série de contra-indicações, é uma das poucas instituições de medicina preventiva voltada para a saúde pública e coletiva. Ou seja, que tem um olhar bastante social. Acredito que existam formas menos agressivas de preparar o organismo das pessoas para se defender de males comuns, mas não conheci ainda propostas concretas de políticas que substituam a vacinação por completo – o que, espero, com esse desenvolvimento da mentalidade e apropriação de diversas técnicas, incluindo a homeopatia, deverá acontecer em não muito tempo daqui.

  2. Oi Elly,vc pode me passar o contato do homeopata do Caetano?tenho uma bebéia de um ano,moráva-mos em Santos portant convênio é unimed santos,será que ele atende algum covenio?bjs e obrigada

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