Alguém que ame de verdade uma equipe?

Ontem -graças ao Cinematerna– fui ao Espaço Unibanco de Cinema ver um bom filme. Caetano, como era de se esperar não parou por mais de dez minutos. Mas o filme me ganhou e consegui (olho no gato, outro no peixe) ver todas as cenas. Bom para que eu refletisse sobre os percalços da minha vida profissional de educadora.

19 A trama mostra um início de ano letivo numa escola pública do Brooklin. Na verdade, começa mostrando uma formação feita com as professoras para que estas lidem com a DIVERSIDADE. Aí é que está. As professoras passam por esta formação e quando chegam à escola precisam tolerar uma diretora intolerante, que implica o tempo todo com as tradições da cultura de duas delas: Rochel, judia ortodoxa e Nasira, mulçumana.

4Não sou judia ou mulçumana mas senti na pele as intervenções negativas da diretora diante dos hábitos culturais das mesmas. De alguma forma sou diferente e  provoco reações parecidas em minhas diretoras. Em 14 anos como educadora noto nestas profissionais não apenas a ‘síndrome do pequeno poder’, mas também a preguiça em lidar com DIVERSIDADE. Preguiça em gerir uma equipe DIVERSA. Preferem o pacote padrão de professores padrão. Eu não me encaixo e sempre termino o ano letivo com a sensação de que as crianças foram ótimas.Quanto aos adultos…

Abaixo o trailer do filme:

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Um comentário sobre “Alguém que ame de verdade uma equipe?

  1. Pingback: Uma muçulmana e uma judia | CineMaterna

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